25 de maio de 2017

Para deputado Assis do Couto, eleição direita é solução para crise política



“Não é possível que nós não demos atenção, no Congresso Nacional, para o que está acontecendo no País”, afirmou o deputado

Durante esta semana, em Brasília, o deputado federal Assis do Couto acompanhou de perto as movimentações dentro e fora do Congresso Nacional contrárias às reformas e ao próprio governo de Michel Temer. Para o deputado, que inclusive acompanhou de perto as manifestações da última quarta-feira (24), só a convocação de eleições diretas pode conter a crise política instaurada no País.

Na quarta-feira, durante uma sessão tumultuada no Plenário da Câmara, Assis foi um dos deputados de oposição que defendeu o encerramento da sessão para acalmar os ânimos dos manifestantes, que protestavam do lado de fora do Congresso Nacional.

“O presidente da Câmara está dando continuidade às votações. Mas eu reafirmo que este governo e este congresso não tem legitimidade para mudar a Constituição, pelas graves denúncias que passam pelo Congresso e pelo Governo”, disse o deputado. E completou: “Ou o Temer renuncia ou o STF precisa afastá-lo. E fazer uma eleição direta, para que tenhamos um presidente com legitimidade para tocar a pauta do Congresso Nacional”.

Assis lembrou que esta não é, apenas, uma posição particular, mas também a orientação do PDT (Partido Democrático Trabalhista) e de outras agremiações que fazem parte da oposição na Câmara dos Deputados. “A oposição cresceu esta semana. Várias parlamentares, mesmo que os partidos não tenham saído da base do governo, já estão na oposição pedindo que o governo renuncie ou seja afastado. Portanto, não tem sentido fazer de conta que nada está acontecendo, enquanto nós assistimos algo tão grave quanto o que aconteceu Esplanada dos Ministérios”, reiterou.

A sessão da última quarta-feira, os partidos de oposição abandonaram o plenário como forma de protesto pela decisão do presidente Michel Temer de colocar o Exército nas ruas de Brasília para garantir a segurança nacional. “Não vamos votar nada até termos um governo legítimo, que a partir da aspiração do povo brasileiro, possa conduzir os destinos dessa nação. Não vamos mais votar matérias, como estas reformas do governo, que interessam apenas aqueles que, de forma criminosa, financiaram a campanha do governo e de muitos parlamentares”, finalizou. 


Fonte: Assessoria de Comunicação


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