05 de junho de 2017

Mais de 40 sindicatos de trabalhadores debatem Reforma da Previdência



O deputado federal Assis do Couto palestrou durante encontro de sindicatos, na região Oeste do Paraná

Na última sexta-feira (02), em Medianeira, o deputado federal Assis do Couto (PDT-PR) participou de uma reunião regional da Fetaep (Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Paraná). Durante o encontro, que reuniu representantes de 40 sindicatos da região Oeste, o Assis fez uma exposição da proposta da Reforma da Previdência, que tramita na Câmara dos Deputados. No mesmo evento, Sebastião Julião Alves foi eleito presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Medianeira.

No evento, o deputado Assis elogiou a união dos sindicalistas brasileiros na tentativa de barrar a aprovação da reforma da previdência. “ É importante perceber que os sindicatos estão atuantes, como estiveram na Constituinte de 1988, presentes, debatendo, lutando, para conquistar o direito. Naquela época, lutamos pela conquista dos direitos. Hoje, estamos lutando para não perder estes direitos conquistados”, apontou o deputado paranaense.

Assis reiterou sua posição contrária a esta e a outras reformas propostas pelo governo Michel Temer, que, para ele, não tem legitimidade, muito menos apoio popular, para propor tais mudanças na constituição.

“Minha opinião é bastante clara. Eu fui membro titular da comissão especial que debateu esta reforma. E desta comissão saiu um relatório muito ruim, o qual nós votamos contra. Ainda não sabemos se esta proposta será, ou não, encaminhada ao plenário, pois o momento político para o presidente Michel Temer é muito ruim. Mas vamos continuar lutando para que esta reforma não seja aprovada”, disse o deputado.

Importância econômica
O deputado pedetista também destacou a importância econômica da previdência para a economia da maior parte dos municípios brasileiros. “Mais de 70% dos municípios pequenos do Brasil tem na previdência sua principal fonte de renda da dinâmica econômica do município. E por isso há este movimento forte, organizado, disciplinado, ordeiro, que reivindica para que o governo não force a barra colocando este relatório no plenário da Câmara”, concluiu. 


Fonte: Assessoria de Comunicação


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