13 de junho de 2017

Assis do Couto cobra votação do Projeto do Preço Mínimo do Frete na CCJ



Deputado paranaense fez um pronunciamento no Plenário Ulysses Guimarães pedindo sensibilidade ao presidente da CCJ para que coloque o projeto em pauta na próxima semana

O deputado federal Assis do Couto (PDT-PR) fez um pronunciamento, no plenário da Câmara dos Deputados, na tarde desta terça-feira (13), cobrando a votação do Projeto de Lei 528/2015, que cria o Preço Mínimo do Frete no Brasil, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Assis fez o pronunciamento após o presidente do colegiado, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG) retirou o projeto da pauta da reunião da CCJ desta terça-feira.

“Este projeto, de minha autoria, surgiu na greve de 2015. Na época, o governo poderia ter resolvido a questão através de uma medida provisória. Como não o fez, nós apresentamos o projeto”, relembrou o parlamentar paranaense.

Assis lembrou que falta apenas a aprovação do projeto na Comissão de Constituição e Justiça para que o texto vá ao senado. O deputado quer que o projeto entre na pauta da comissão e seja apreciado já na próxima semana, por isso pediu a sensibilidade tanto do presidente da CCJ, deputado Rodrigo Pacheco, como também dos parlamentares que são membros da comissão.

“Esperamos que, na semana que vem, teremos ambiente favorável para votar este projeto. Claro, o ambiente aqui da Casa, e de Brasília, não está bom. Mas muitas matérias estão sendo votadas. Esta também é uma matéria muito importante. Por isso, apelo pela sensibilidade dos nobres pares, deputados da CCJ, e também do presidente da comissão para que coloque em votação na próxima semana este projeto, que é uma grande expectativa para milhares de caminhoneiros neste Brasil inteiro”, completou.

Ele não deixou de agradecer ao grande número de caminhoneiros, de todo os cantos do Brasil, que acompanham a “peregrinação” do texto no Congresso Nacional desde 2015. “Este projeto, além de criar uma política de preço mínimo de frete, também garante uma reserva de mercado para caminhoneiros autônomos e cooperativas de transporte. Ele também estipula uma taxa mínima de remuneração para transportadoras virtuais, que hoje ficam com grande parte do frete e não repassam os valores para os caminhoneiros”, explicou. 


Fonte: Assessoria de Comunicação


URL encurtada: https://goo.gl/SJ5jtN




ASSINE NOSSA
NEWSLETTER

Receba novidades exclusivas do Deputado em seu e-mail.

Preencha todos os campos!